Sustentabilidade

O Programa de Acesso à Energia da Schneider Electric

Você conhece o Programa de Acesso à Energia da Schneider Electric? De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), 840 milhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso à energia elétrica, e cerca de 2,9 bilhões dependem de madeira, carvão, carvão vegetal ou resíduo animal para cozinhar e aquecer.

A Schneider Electric trabalha para mudar essa realidade, por isso, desenvolvemos um programa estruturado que vem transformando milhões de vidas em todo o mundo, é o Programa de Acesso à Energia, cujo objetivo é levar energia renovável, limpa, segura e confiável para comunidades isoladas, então dependentes de combustíveis fósseis, com fornecimento precário de energia ou sem acesso a ela. Criado em 2009, até hoje mais de 23 milhões de pessoas foram beneficiadas.

Programa de Acesso a Energia da Schneider Electric

Além da geração de eletricidade, o Programa de Acesso à Energia promove, nesses pontos de ação, treinamentos para a comunidade sobre eletricidade básica e energia fotovoltaica para garantir o legado e a sustentabilidade destas instalações. Junto a parceiros educacionais, também são realizados, em locais diversos, cursos vocacionais relacionados ao setor de energia voltados a pessoas de baixa renda. Até o momento, foram capacitadas mais de 220 mil pessoas globalmente – 33.850 só no Brasil.

O Programa Acesso à Energia, da Schneider Electric, é uma abordagem combinada de ofertas, investimentos e treinamentos. Ao desenvolver modelos de negócios inclusivos, contribuímos para a diminuição da pobreza e proteção ambiental de forma inovadora e economicamente sustentável”, sintetiza Rafael Segrera, presidente da Schneider Electric para América do Sul. E acrescenta: “Temos como meta global gerar eletricidade para 50 milhões de pessoas e treinar 1 milhão de pessoas até 2025.

Compartilhando Valor

Programa de Acesso a Energia da Schneider Electric

Atenta a seus impactos sociais e ambientais, a empresa é referência no modelo de negócios que vem ganhando espaço nos últimos anos: valor compartilhado – quando geração de valor econômico está intrinsecamente ligada à criação de outros valores para a sociedade, quando o êxito da companhia e o progresso do povo estão diretamente relacionados.

Com base em modelos de negócios inovadores e economicamente sustentáveis, levamos energia para regiões isoladas e, assim, vemos melhorias em condições de educação, saúde, comunicação, atividades econômicas e mais. O acesso à energia colabora para a erradicação da pobreza, a redução das desigualdades e o alcance a outros direitos fundamentais”, diz Cristiano do Anjos , Vice Presidente de Sustentabilidade da empresa para América do Sul.

E adiciona:

“Existem muitas oportunidades para ampliar o acesso à energia e a qualidade da energia, principalmente em populações menos favorecidas e mais distantes dos grandes centros. Sustentabilidade não é filantropia, não é projeto de investimento social, não é boa prática. Sustentabilidade é estratégia de negócios.”

Desde 2002, a Schneider Electric trabalha mundialmente com os princípios do Pacto Global e, em 2015 integrou à sua estratégia os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), iniciativa que orienta a promoção de uma agenda mundial para reduzir desigualdades socioeconômicas, concretizar a aplicação dos direitos humanos e preservar recursos naturais para gerações futuras.

O Programa de Acesso à Energia, contribui diretamente para o atingimento do ODS 7: assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos.

Os Projetos

WESLEY LIMA E WILLIAN WIETZIKOSKI

Transformação nas comunidades do Território Indígena do Xingu

No Brasil, em parceria com o Instituto Socioambiental (ISA) e o Instituto Consulado da Mulher, da Whirlpool, a Schneider ajudou a transformar comunidades do Território Indígena do Xingu, no Amazonas. Em 2017, a instalação de 30 sistemas de energia solar garantiu luz em espaços de uso comum (escolas, unidades de saúde) e aprimorou atividades produtivas (pimenta, mel, castanha). Com energia a um custo justo, as pessoas puderam, finalmente, melhorar seus processos produtivos (com refrigeração, por exemplo), com impacto direto na geração de renda. Nesse projeto, foram capacitados em eletricidade básica 28 jovens indígenas de 18 aldeias, de sete etnias.

Eletrificação das comunidades ribeirinhas

Junto à Fundação Amazônia Sustentável (FAS), a Schneider eletrificou populações ribeirinhas, localizadas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro, no Amazonas. Após a instalação de painéis solares, as comunidades, que antes tinham apenas quatro horas de eletricidade por dia (oriunda de geradores a diesel), passaram a usufruir de energia 24 horas por dia, com o excedente sendo armazenado em baterias. Os residentes começaram a ter aulas também à noite, a armazenar alimentos e vacinas em geladeiras e a investir em turismo sustentável. Nesses locais, os cursos são realizados no Barco Escola Samaúma do Senai, que percorre os municípios amazônicos de fevereiro a dezembro.

Apoio a iniciativa Star Energy

Lado a lado com a FAS e a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a Schneider é apoiadora da iniciativa Star Energy, incentivando a pesquisa científica sobre sistemas de energia sustentáveis, renováveis, replicáveis e autônomos para a Amazônia.

Transformação na comunidade Anexo de Angola, no Peru

Outra comunidade impactada positivamente foi o Anexo de Angola, no distrito de Quilmaná, província de Cañete, a duas horas de Lima, no Peru. Ao todo, 50 famílias tiveram acesso à energia segura e confiável graças à instalação de mais de 40 sistemas solares. Antes, elas gastavam cerca de R$ 80,00 por mês em velas ou R$ 25,00 por dia para quatro horas de luz gerada por um motor diesel que produzia 1,5 toneladas por ano de CO2. Cada uma das 32 casas do lugarejo ganhou até três luminárias LED, dando aos moradores a possibilidade de ligar um rádio e de carregar seus celulares. Já nas duas salas de convivência, ver TV e armazenar produtos na geladeira tornaram-se possíveis. Para manter os sistemas solares, uma pessoa por família foi treinada, e a comunidade se organizou para contribuir com cerca de R$ 13,00 por mês por grupo familiar e, assim, poder contar com um fundo que lhes permite renovar as baterias, cuja vida útil é de quatro anos.

Parcerias com instituições de educação

A Schneider Electric é parceira do SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, do Centro Universitário de Lins (Unilins) e do Instituto Dom Bosco, entre outras instituições de ensino.

A empresa fornece soluções de eletricidade, energia solar e automação, além de material didático, para que tais entidades possam estruturar e promover treinamentos de elétrica básica e instalação fotovoltaica.

“O objetivo é beneficiar pessoas de baixa renda, ajudando-as a entrar no mercado de trabalho ou a avançar no empreendedorismo e, portanto, a sair da condição de vulnerabilidade social a que estão submetidas”, comenta Cristiano.

Vale mencionar que a Schneider soma mais de 90 anos de experiência com educação (começou a oferecer treinamentos em 1929 na escola Paul-Louis Merlin, em Grenoble, na França) e 50 anos de parceria com o Ministério de Educação da França, e conta com um portifólio de mais de 200 bancadas didáticas especialmente desenvolvidas para educação nas áreas de segurança e certificações elétricas, distribuição elétrica de baixa e média tensão, gestão predial, eficiência energética e controle e automação industrial.

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